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Conteúdo O Chamado da Natureza e o Fardo da Armadura

O Chamado da Natureza e o Fardo da Armadura

A natureza nos chama de volta, rapazes!

Hoje eu vim aqui falar sobre o homem em contato com a natureza.

A natureza incita algo no coração do homem. Ela nos faz encarar quem o nosso Pai é. Pode ser no topo de uma montanha, numa cachoeira, nas praias, na selva; sempre que um homem se coloca na natureza, algo o chama.

Há uma relação especial entre o homem e a natureza. Quando o homem se conecta com a natureza, certas coisas em seu coração despertam.

Ao ir ao mar, ao olhar as estrelas ou ir à floresta, vemos quão pequenos somos, e é por isso que nos escondemos em cidades e carros. É por isso que a natureza chama um homem para a adoração. A natureza toca essa fome por aquilo que é belo. A natureza provoca o homem em agradecimento e ações de graça e nos coloca no lugar certo. A natureza me relembra que eu faço parte da criação e do plano.

O problema é que, quando nós nos afastamos da natureza, nós nos afastamos da mensagem do Criador. Achamos que criamos a insignificância e a grandeza da vida e que é tudo por nossa causa. Começamos a pensar cada vez mais que nós somos os criadores e que somos nós que criamos proteção e significado na vida, perdendo de vista a realidade.

Quanto mais tiramos a natureza das nossas atividades cotidianas, mais nosso coração se endurece e menos gratos nos tornamos.

A natureza nos chama de volta ao nosso Pai. Hoje eu quero te desafiar com algo:

Separe no seu calendário um tempo para voltar para a natureza.

Gaste um pouco de dinheiro com isso, leve seus filhos com você e apresente a natureza a eles. Garanta que seus filhos vejam a criação e ensine a eles aquilo que eles nunca deverão esquecer.

Jason Vallotton

Quantos aqui já descobriram que a vida é dura? A vida é muito desafiadora, mesmo que você cresça em um lar muito bom.

O desafio maior, porém, é sobre como lidar com essas situações difíceis e em como saímos delas. É como se os males, relacionamentos, dores e traumas fossem colocados em nossa mochila e passássemos a carregar isso durante toda a vida.

Ao longo das nossas vidas, muitos de nós vestimos uma armadura porque essa era a única forma que tínhamos de nos protegermos. Quando jovem, essa armadura é necessária. Mas quando você cresce, a armadura que antes te mantinha salvo começa a te matar.

A armadura que te mantém vivo quando você é jovem te torna solitário quando você cresce.

Muitas vezes nos sentimos fortes porque estamos carregando muita coisa, mas se você seguir nesse caminho, uma hora você não vai conseguir levantar da sua cama.

Precisamos ser honestos sobre o que é de fato ser homem, porque muitas cargas que homens pensam que estão carregando não passam de fardos.

Gálatas 6:2-5 – Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo. Se alguém se considera alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo. Cada um examine os próprios atos, e então poderá orgulhar-se de si mesmo, sem se comparar com ninguém, pois cada um deverá levar a própria carga.

A Bíblia é clara em dizer que existe um fardo e uma carga. A responsabilidade é uma bênção de Deus. O resultado de ser um bom cultivador é você receber mais responsabilidades, mas nós nunca fomos criados para viver com esse fardo o tempo inteiro.

A carga é a responsabilidade que vai te dar um propósito, mas o fardo vai te destruir.

Cada homem aqui tem um fardo que não consegue carregar sozinho, e o desafio que eu vejo na vida de muitos homens é que eles não têm um irmão para o dia da luta deles. O motivo disso é porque, para ter um irmão no dia da sua luta, você precisará dar um passo de vulnerabilidade para ser visto. Muitos homens têm fardos muito pesados que estão carregando, mas não querem falar sobre isso. Só que nunca fomos chamados para viver a vida dessa maneira.

A única razão pela qual eu estou aqui em pé é porque eu tive outros homens que me ajudaram até aqui.

Não se trata apenas de ter um irmão; se trata de ter um irmão que você confia mais do que confia em si mesmo!

Precisamos ter essa pessoa ao nosso lado e sermos vulneráveis e não somente transparentes. A transparência diz: “você pode até me ver, mas não pode me tocar”. Vulnerabilidade é falar o que está acontecendo hoje.

Quando um pai não lida com as questões que precisa resolver, ele passa isso para seus filhos. Hoje, muitos de nós estamos carregando a mochila que nossos pais entregaram; da mesma forma, se não lidarmos com aquilo que sabemos que precisamos lidar, serão nossos filhos que terão que resolver essas questões.

Nós precisamos mudar isso! Hoje, somos desafiados a tirar nossos problemas da nossa mochila e sermos libertos de nossos fardos, pois Jesus, o homem mais forte da Terra, precisou de ajuda para carregar a Sua cruz, e nós também precisamos de ajuda para carregar os nossos fardos.

Marcelo Toschi

Gênesis 25:19-28 – Esta é a história da família de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou Isaque, o qual aos quarenta anos se casou com Rebeca, filha de Betuel, o arameu de Padã-Arã, e irmã de Labão, também arameu. Isaque orou ao Senhor em favor de sua mulher, porque era estéril. O Senhor respondeu à sua oração, e Rebeca, sua mulher, engravidou. Os meninos se empurravam dentro dela, pelo que disse: “Por que está me acontecendo isso?” Foi então consultar o Senhor. Disse-lhe o Senhor: “Duas nações estão em seu ventre, já desde as suas entranhas dois povos se separarão; um deles será mais forte que o outro, mas o mais velho servirá ao mais novo”.

Ao chegar a época de dar à luz, confirmou-se que havia gêmeos em seu ventre. O primeiro a sair era ruivo, e todo o seu corpo era como um manto de pêlos; por isso lhe deram o nome de Esaú. Depois saiu seu irmão, com a mão agarrada no calcanhar de Esaú; pelo que lhe deram o nome de Jacó. Tinha Isaque sessenta anos de idade quando Rebeca os deu à luz.

Os meninos cresceram. Esaú tornou-se caçador habilidoso e vivia percorrendo os campos, ao passo que Jacó cuidava do rebanho e vivia nas tendas. Isaque preferia Esaú, porque gostava de comer de suas caças; Rebeca preferia Jacó.

Se eu pudesse dar um nome a essa mensagem, seria: A unção de Rebeca.

Jacó, quando nasce agarrado ao calcanhar do irmão, isso é interpretado como um sinal do que Deus havia dito – de que o maior serviria ao menor. Essa profecia, porém, não aconteceu ao acaso. Rebeca teve um papel fundamental para Jacó se tornar Israel. O problema é que esse papel deveria ter sido do pai, porque o homem é quem deveria liderar a sua casa.

Infelizmente nos dias de hoje o homem continua transferindo a sua responsabilidade de criar e desenvolver os seus filhos para a mãe, para as funcionárias que trabalham em casa ou para a creche.

Passamos por um grande problema chamado “desconexão geracional”. Está faltando a unção de Rebeca sobre os homens – essa unção de formar e direcionar a próxima geração.

Paternidade não é sobre o que você quer, mas sobre a continuidade na terra.

Pare com essa ideia de querer escolher ter filho homem ou mulher. Pare de querer escolher o que seus filhos vão fazer no futuro baseado nas suas motivações. O seu dever como pai é discernir o propósito de cada filho e ajudá-lo a viver isso – independente de qual seja o seu chamado!

Nossos filhos precisam que tenhamos uma convicção sobre seus propósitos, como Rebeca teve em Jacó!

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