Autor da Vida

Atos 3:15

Dessarte, matastes o Autor da vida, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas.

Deus existe? Mas como você pode provar? Você tem uma foto dele? De fato, não existe uma foto de Deus, porque é Ele que está por trás da câmera.

Mestres, juízes, sábios, escribas e inquiridores questionam sua existência, indagam acerca dele, examinam, mas o efeito não pode exceder a causa.

Deus não é objeto da compreensão e do entendimento humano.

Você só pode conhecê-lo se ele quiser se revelar a você.

Conhecimento de Deus se chama revelação e Deus se revela em Jesus Cristo.

Mas quem é Jesus Cristo? Um gnóstico? Um mestre da nova era? Um modernista ou um humanista secular?

No monte Hermon ele faz uma pergunta: “quem dizem os homens que eu sou? ” A resposta a essa pergunta é a pedra sobre a qual estamos postos.

Ele é o criador da vida, da história e da nossa civilização.

Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.

Apocalipse 4.11

Toda boa dadiva e todo dom perfeito…

A cruz marca túmulos, enfeita joias, é o símbolo que decora a skyline da maioria das nações do mundo.

Jesus é o maior personagem da cultura ocidental por 20 séculos.

Esse homem que nasceu e morreu teve um impacto tão extraordinário em nossa cultura, que faz todos perguntar: quem é esse homem?

A época de Roma era o tempo mais cruel e sombrio do que imaginamos.

Jesus nasceu em um mundo cruel, violento e instável.

Roma ocupava todas as costas do Mediterrâneo. Exércitos marchavam conquistando o interior do continente até a Grã-Bretanha

Haviam 50 a 60 milhões de pessoas que viviam sob as suas leis. Um terço da população era escrava.

Pompeu expulsou os piratas da costa, e implementou métodos impiedosos de tortura, brutalidade e execuções públicas em massa.

Seu instrumento de justiça era a cruz onde malfeitores eram pregados e deixados para morrer.

A cruz era um meio de matar pessoas.

Projetada pelos persas e popularizada por Alexandre, o Grande, foi aperfeiçoada pelos romanos como forma de desestimular a rebelião.

É deste cenário de desesperança que surge o protagonista da história.

Um carpinteiro morto na cruz moldou a nossa história.

Ele inspirou demonstrações de compaixão aos desesperados, deu dignidade aos marginalizados, educação aos excluídos, inspirou nossas artes, e despertou humildade aos poderosos.

A vida de jesus e a fé que ele criou são os acontecimentos centrais da história da humanidade.

Jesus foi aquele sobre quem mais se escreveu e mais se discutiu.

Até o final do Século I, surgiram 45 documentos autênticos sobre ele, e depois livros foram publicados em todos os idiomas.

Hoje há mais de 100 mil biografias impressas de Jesus somente em inglês e mais de cem foram lançadas na primeira década do século XXI.

E a fascinação por Jesus Cristo não terminou. Ela somente começou.

Sua vida é contada com mais frequência do que qualquer outro personagem, de forma polêmica e por que não dizer rancorosa?

Temos hoje 4 biografias autênticas que concordam entre si.

2 bilhões e 600 milhões de pessoas o adoram.

No século primeiro, ninguém apostaria que o movimento do carpinteiro viesse a vingar e se tornar a força motriz do mundo.

É impossível conceber o mundo de hoje sem Jesus, o Cristo.

Imagine o mundo sem as catedrais de Notre Dama, San Paul, Westminister, Duomo, ou a Sagrada Família em Barcelona. Como diz sobre ela: uma verdadeira escritura em forma de pedras.

São cerca de 1 milhão de capelas, igrejas, basílicas, abadias e catedrais construídas em seu nome.

Os mais belos prédios já construídos em sua homenagem, (o desenvolvimento da arquitetura nos últimos 2000 anos se deu pela influência do cristianismo).

Em homenagem a ele cidades foram construídas….

Espírito Santo, Belém, Natal, Potiguar, por causa do índio Poti, um dos primeiros convertidos a fé crista, cidades foram erguidas em homenagem àqueles que o seguiram, São Paulo, São Francisco, San José.  

Nossos filhos se chamam, Pedro, Paulo, João, Tiago, Maria, Ana, Filipe, Marcos, e chamamos nossos cachorros de Nero.

Jesus moldou a história!

O carpinteiro judeu que morreu na cruz é o marco da história.

O tempo era contado por governantes…

No ano I do Reinado de Augusto. No ano II Reinado de Nabucodonosor, no ano 7º do Reinado de Dario.

Vamos nos lembrar que Nero morreu em 68 DC, napoleão em 1821 DC, Stalin morreu em 1953 DC, segundo o calendário cristão. Todos os governantes que governaram cada nação antes e depois, dele têm sua história datada em…antes e depois dele.

Com Jesus, a forma de ver a história foi mudada…

Víamos a história como alguma coisa cíclica, fatal e sem chance de muda-la.

Eram as armadilhas do destino – o Estoicismo.

Jesus veio nos ensinar que você pode fazer a sua história.

Um novo calendário surgiu com a afirmação de que a vida não é um ciclo aleatório, mas que ela tem um significado, um propósito, estamos indo para algo mais adiante, existe um propósito.

Você não é um acidente, mas resultado de um planejamento estratégico de uma mente brilhante e apaixonada.

Jesus moldou as artes.

A poesia, a escultura, a pintura, as mais belas sinfonias foram consagradas a ele.

Sem Jesus não há Dante Alighieri e a sua divina comédia que moldou a língua italiana. Sem Jesus, não há Lutero e a sua Bíblia que moldou a língua alemã,

Não há a versão King James que juntamente com Shakespeare moldou a língua inglesa,

Não há Yohan Sebastian Bah que dedicou sua obra para a glória de Deus, e foi chamado de o 5º evangelho.

Não haveria a capela sistina ou a última ceia de da Vinci,

Simplesmente sem Jesus, o mundo ocidental e sua civilização não existiria.

Sem Jesus não haveria uma visão transcendente da realidade

Sem ele ficaríamos reduzidos a visão natural das coisas e ainda presos a adoração da natureza.

Em Jesus, Deus veio ter um encontro comigo!

Ele veio nos fazer uma visita, mas a religião o rejeitou.

Porque é mais fácil até hoje alcançar prostitutas e viciados, cobradores de impostos e pecadores do que conseguir fazer converter o coração do escriba e doutor da lei.

Quando questionado pela religião, Jesus coloca os termos do debate. Ele é o sujeito, por isso não pode ser o objeto; é o juiz não o réu; é o questionador, o iniciador, o primeiro e por isso não pode ser o segundo;

No seu julgamento, Pilatos é quem foi julgado.

Jesus sabe como inverter a questão. É lícito dar tributo a César? Ele responde a uma pergunta com outra pergunta: De quem é esta efígie? Com que autoridade fazes essas coisas? O batismo de João era de Deus ou dos homens? Essa mulher foi pega em adultério, devemos apedrejá-la? Quem aqui não tem nenhum pecado? Atire a primeira pedra.

De fato, se Jesus não existisse, ele não poderia ser inventado.

Alguns “sábios” desejam questionar sua existência, seus milagres, a veracidade dos acontecimentos narrados nos evangelhos, mas qualquer pessoa com bom senso dobraria seus joelhos ao conhecer sua história.

Como alguns pescadores poderiam escrever uma ficção tão original, tão exuberante, tão cheia de criatividade sem precedentes?

Alguns soldados foram prendê-lo. Voltaram chocados e de mãos vazias: “ninguém falou como este homem! ”.

Milhares morreram recusando negar o seu nome. Sua biografia de três anos e meio é sem dúvida “a maior história de todos os tempos”.

Buda disse; não olhe para mim, olhe para o meu ensinamento. Jesus disse venham até mim.

Jesus não é o exemplo de algo, ele é o próprio algo.

Ele não é as palavras de Deus, mas A palavra de Deus.

Os profetas das religiões buscaram a iluminação, ele disse: eu sou a luz, quem me segue não andará em trevas.

Ele é a razão de tudo o que já aconteceu e acontece até hoje. Ele é uma pessoa, não uma força. É mais que um conceito, uma filosofia, ele é de fato perturbadoramente real.

Tudo foi feito por ele e sem ele, nada do que foi feito se fez.

 Agora, ou você acredita que ele é tudo isto que diz, ou o desconsidere completamente. Há os que dizem por aí que ele tinha boas ideias e que foi um bom rapaz. Mas, um bom rapaz não sai por aí dizendo mentiras sobre si. Ou Jesus é quem diz ser, ou não é ninguém.

Em Jesus, Deus saiu do esconderijo, mostrou sua face, seu sorriso, sua paixão. Ele é a resposta definitiva para todas as perguntas, é a realidade última, ele é a Verdade.

João diz: o verbo habitou entre nós… Cheio de graça e verdade.

Paulo declara: Tudo órbita em torno dele. Efésios 1.10

E que todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento de Deus estão ocultos em Jesus, o Cristo.

Oh profundidade tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus…

Por ele, para ele e por meio dele são todas as coisas

O profeta Isaias diz: Hei! Ele está vindo! Se preparem, ele está chegando: seu nome é Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.

Isaias adverte: a virgem vai ter um filho e ele será chamado de Emanuel.

Em Jesus, o céu veio a terra.

Na teologia de Paulo, Cristo é tudo o que de Deus podemos conhecer, pois ele é tudo de Deus que existe.

De fato, não há mais em Deus do que há em Jesus Cristo.

O credo de Atanásio declara: “a encarnação não aconteceu pelo rebaixamento da divindade em humanidade, como se a divindade pudesse sofrer mudança, mas pela elevação da humanidade em divindade”.

O escritor de Hebreus diz: Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda criação, o resplendor da glória de Deus que sustenta todo universo pela palavra do seu poder.

Jesus não é a representação de Deus, mas a presença de Deus; não era Deus apresentado, mas Deus presente, Deus conosco, Deus conhecido pela visão, pelo toque, pela fé.

(…) CRITICANDO, DUVIDANDO E INVESTIGANDO AS QUATRO BIOGRAFIAS DE JESUS, OS EVANGELHOS, EM VÁRIAS VERSÕES. O PRIMEIRO RESULTADO É QUE DESCOBRI QUE O HOMEM QUE DIVIDIU A HISTÓRIA NÃO PODERIA SER FRUTO DE UMA FICÇÃO HUMANA. ELE NÃO CABE NO IMAGINÁRIO HUMANO.

“O MESTRE INESQUECÍVEL”  – AUGUSTO CURY

Se Jesus não tivesse existido, ele não poderia ter sido inventado.

O impacto que Jesus teve em todos os aspectos de nossa vida, são ainda imensuráveis.

Ele reformulou a história e não terminou ainda.

Na Grécia e Roma Antiga, os fortes e bonitos eram objetos de admiração.

Fracos e pobres não tinham nenhum valor

Sêneca escreveu…  Nós afogamos as crianças que nascem doentes e débeis,

Crianças do sexo feminino eram mortas porque nasceram com o sexo errado.

Em Jesus as mulheres receberam um novo status.

“Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.”

Gálatas 3.28

Tomas Cahill afirma que essa foi a primeira expressão de igualitarismo na literatura.

A abolição da escravatura e a elevação das mulheres foram predominantemente erguidas por pessoas que amam Jesus e o adoram.

William Wiberfoce foi o deputado da câmara dos comuns que sancionou a lei contra a escravidão em seu país.

O carpinteiro de Nazaré mudou a visão política de mundo.

Dai a César o que é de César… essa é uma das afirmações mais poderosas da história política.

No mundo antigo, o Estado usava a religião para oprimir as massas.

Faraó era um deus, os césares também… Alexandre, o Grande, era um filho de deuses.

A noção sobre os limites de poder dos governantes vem de Agostinho, Lutero, os puritanos em Westminister.

Direitos e dignidade na declaração de independência dos Estados Unidos de 4 de julho de 1776 diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos são criados iguais… dotados pelo criador de certos direitos inalienáveis.”

De onde vem essas ideias? Na antiguidade não era assim.

Jesus ensinou a amar os inimigos.

Antes, a ideia de amar toda a humanidade não ocorrera a ninguém.

Os gregos eram ensinados a odiar os bárbaros.

Judeus odiavam os pagãos, gentios e os samaritanos mestiços desprezíveis. Os romanos odiavam os povos conquistados. Que odiavam Roma.

Os homens e mulheres livres odiavam os escravos e tinham medo deles. Eles eram considerados sub-humanos.

Aristóteles, quem sabe o homem mais educado e sofisticado de sua época, dizia que escravos eram mera maquinas animadas.

Jesus Cristo veio dar dignidade à homens e mulheres, revelar a singularidade de cada homem e a glória de uma raça

A historiadora Hannah Arendt disse: “A descoberta do papel do perdão, na esfera das relações humanas, foi obra de Jesus de Nazaré.”

Gandhi e seu movimento de reconciliação se inspirou no livro “ressurreição” de Leon Tolstoi.

O carpinteiro judeu de Nazaré é a engrenagem da história, a esperança dos oprimidos, a inspiração no desespero, o senhor da vida, que venceu a morte, ele é o Filho de Deus, o Salvador do mundo, a Esperança das Nações,

Sua obra não terminou… O impacto do seu poder ainda se verá nesse mundo como em nenhuma outra geração da história.

Em Jesus surge a noção de que a humanidade é uma só família.

E que toda vida humana importa.

O discurso mais famoso do século xx foi feito por um pastor batista.


Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença. Nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.

Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia, os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos, poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.

Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississipi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.

Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama, meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!



Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado e todas as colinas e montanhas virão abaixo. Os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.



Luther King diz sobre o dia em que todos, em todo estado e em toda cidade, todas as crianças de Deus, homens negros e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir as mãos e cantar juntos a mesma canção.